Espeleoinclusão: cavernas, aventura e inclusão

Ricardo Shimosakai ministrou uma palestra sobre Turismo Adaptado, a convite de  Erica Nunes,  Coordenadora da Comissão Espeleoinclusão da SBE (Sociedade Brasileira de Espeleologia), entidade que tem um projeto voltado a visitação a cavernas por pessoas com deficiência. Também foi dada uma palestra sobre espeleoinclusão pela coordenadora. Espeleologia é uma actividade científica e/ou lúdica que se dedica ao estudo e exploração das cavidades naturais. Aproveitando as comemorações de 50 anos do PETAR (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira), também foi realizada nos dias 23 e 24 de maio de 2008, a XVII EPELEO (Encontro Paulista de Espeleologia), evento realizado pela SBE e organizado pelo Clube Espeleológico Manduri. O PETAR (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira) é considerado uma das Unidades de Conservação mais importantes do mundo. Abriga a maior porção de Mata Atlântica preservada do Brasil e mais de 300 cavernas.É considerado hoje um patrimônio da humanidade, reconhecido pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). A visita turística a cavernas é uma atividade que requer alguns cuidados com a segurança pessoal como também da preservação do local, seguindo o lema internacional da espeleologia: “Em uma caverna nada se tira a não ser fotografias, nada se deixa a não ser as pegadas, nada se mata a não ser o tempo”. Existes diversas formas de fazer uma exploração, desde a caminhada pelo solo, técnicas de rapel, escalada e tirolesa, ou até mesmo mergulhando pelas águas de lagos que se encontram no interior das cavernas, algumas com um espaço interno muito grande,além de cachoeiras e abismos com até 240 metros de profundidade. Algumas formações como estalactites, colunas e cortinas de de calcário, além de animais como morcegos, tudo isso faz esse tipo de atividade se tornar fascinante. No dia 25, fizemos também uma atividade descendo de rapel de uma ponte para uma canoa duck que estava embaixo no rio que passava sob a ponte. O objetivo da Turismo Adaptado é além de tornar os locais acessíveis fisicamente, incluir na sociedade princípios de inclusão, pois deficiente é somente um termo de identificação, pois o que vale em qualquer pessoa seja ela deficiente ou não é sua cabeça e seu coração, pois daí se tira a vontade e a iniciativa, e tendo esses dois valores fortes bem fortes dentro de si, a superação e conquistas  são uma conseqüência natural. Por isso também temos um frase: “Acessibilidade e Inclusão: no Turismo, essa é nossa missão!”.



Escrito por Ricardo Shimosakai às 14h50
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