Trabalho de Ricardo Shimosakai participa do Congresso de Turismo no Chile

 

O trabalho de conclusão de curso de Ricardo Shimosakai, com o tema: ”Cidadania para Pessoas em Cadeira de Rodas: Acessibilidade em Centros Culturais na Zona Oeste de São Paulo”, foi selecionado para participar do 2º Congreso de la Sociedad de Investigadores en Turismo de Chile, realizado nos dias 29 e 30 de abril de 2008, na Universidade Austral do Chile, na cidade de Valdivia. O Trabalho foi orientado por Mirian Rejowski, que me indicou para participação no evento, e que tem me apoiado nos projetos que venho realizando. Porém por questões particulares, eu e Mirian não pudemos participar presencialmente, então Lecy Cirillo foi quem apresentou o trabalho no congresso. Lecy disse que foi bombardeada de perguntas, mostrando interesse das pessoas por um tema que tem ganhando grandes proporções no cenário internacional. Apesar de não ter participado presencialmente, pessoas que assistiram a apresentação pegaram meu contato para trocar idéias. Acho  muito importante reunir idéias de diferentes culturas para conseguir achar soluções de uma necessidade em comum.

 



Escrito por Ricardo Shimosakai às 16h25
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Visita Técnica Internacional à Cidade de Socorro

 

A Reatech (Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade) realizada todo ano no mês de abril, atrai pessoas de diversas partes do mundo interessadas em conhecer produtos e serviços relacionados à pessoa com deficiência. A Turismo Adaptado reuniu no dia 25/04, pessoas que fazem parte de uma rede Internacional de Turismo Acessível, para visitar os trabalhos realizados pelo Ministério do Turismo em Socorro, sobre acessibilidade e inclusão. Participaram desta visita Ricardo Shimosakai, Joedson Nunes e Bruna Mendes (Turismo Adaptado/ Brasil), Scott Rains (Ticket to Travel/ Estados Unidos), Jani Nayar (Society for Accessible Travel & Hospitality/ Índia), Nelida Barbeito (TTS Viajes/ Argentina) e Craig Grimes (Accessible Nicaragua/ Nicaragua). Todos trabalham com turismo para pessoas com deficiência nos países de origem.

            Foi uma ótima oportunidade para nos encontrar e trocar idéias, porque apesar de conversarmos bastante através da rede de Turismo Acessível através de emails, conversar pessoalmente se torna muito mais produtivo. E foi assim desde o ponto de encontro em São Paulo em direção a Socorro de carro. Idéias e informações fervilhavam a todo instante sobre os interesses que temos em comum, adaptar o turismo para pessoas com deficiência, e não o contrário como geralmente ocorre, quando pela falta de acessibilidade e inclusão, temos que criar saídas para não ficar excluídos.

            Chegando em Socorro fomos tomar um café da manhã no Hotel Fazenda Portal do Sol, e depois conhecer as adaptações dos chalés e do resto do local. Depois seguimos em direção ao Parque dos Sonhos, um complexo turístico de aventura, onde descemos a Tirolesa do Pânico com 1 quilômetro de extensão, e que curiosamente começa em São Paulo e termina em Minas Gerais, por se situar bem na divisa desses dois estados. As pessoas responsáveis para a realização desses tipos de atividades de aventura, foram treinados tanto na questão de segurança como também para saber como agir em relação a uma pessoa com deficiência. Isso é fundamental, e como em diversos outros tipos de atividades, não gera custos exagerados e é o que faz a diferença.

Depois de almoçar, seguimos para a Base 55, uma operadora de esportes de aventura onde fizemos uma trilha de quadriciclo. No fim do dia, passamos pelo Hotel Fazenda Campo dos Sonhos, do mesmo propietário (José Fernandes) do Parque dos sonhos, onde nos mostrou as instalações do local com suas adaptações. Ficamos para o jantar e ainda conversamos com Sérgio Franco, Diretor da Adventure Sports Fair, a Maior Feira de Esportes e Turismo de Aventura do Hemisfério Sul e que acompanha os trabalhos da Turismo Adaptado.

Tudo isso ajuda a fortalecer o Turismo para pessoas com deficiências no cenário nacional e internacional, pois com trocas de experiências conseguimos encontrar soluções mais facilmente. O Brasil apesar de estar no início deste processo de inclusão no turismo, tem um grande potencial que se explorado com sabedoria, irá beneficiar não somente o público com deficiência, mas também diversas pessoas que tem em seu círculo social ou profissional uma pessoa com deficiência, além do mercado do turismo que ainda não aprendeu a explorar esse grande segmento com clientes em potencial.

 



Escrito por Ricardo Shimosakai às 16h13
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